27 maio 2013

Coaching para Emagrecimento

Programa Coaching para emagrecimento


O Coaching é um processo, que tem o intuito de promover o despertar da consciência, potencializando os recursos internos para alcançar os mais variados objetivos pessoais e profissionais em um curto espaço de tempo.

O Coaching é um processo, que tem o intuito de promover o despertar da consciência, potencializando os recursos internos para alcançar os mais variados objetivos pessoais e profissionais em um curto espaço de tempo.

Quando decidimos emagrecer, podemos encontrar alguns obstáculos pelo caminho, que nos desmotivam a continuar á dieta. Pessoas que não conseguem emagrecer, geralmente comem de forma compulsiva, não gostam de fazer exercícios, descontam tristezas e frustações na alimentação e tem a autoestima baixa. Como um processo de apoio ao desenvolvimento do cliente, o Coaching de emagrecimento vem como uma proposta eficiente para complementar o seu tratamento.

Nesse processo, o Coach, que é o profissional certificado e qualificado, estará ao seu lado para ajudá-lo a descobrir as possíveis causas psicológicas e emocionais do ganho de peso e especialmente incentivá-lo a rever o fracasso em sucesso absoluto.



Além do emagrecimento, outros aspectos fundamentais e de extrema importância são abordados no processo, como reflexões de quem é você, o que está fazendo, porque está fazendo, onde quer chegar.

Como funciona o Coaching de Emagrecimento?

O processo de coaching para emagrecimento é realizado através de 10 sessões, com encontros semanais em que trabalhamos a autoestima e discutimos o motivo pelo qual o cliente não consegue emagrecer.
Para que o programa será um sucesso, é fundamental para o processo de coaching que o Cliente esteja disposto e faça as atividades combinadas durante as sessões.
Alguns benefícios do Coaching:

  •  Maior controle da sua vida
  • Aumento da auto-estima
  • Maior satisfação nas relações interpessoais
  • Alívio da ansiedade e estress
  • Maior qualidade de vida
  • Vida mais feliz e satisfatória

Faça Coaching e Descubra do que você é capaz!

“O fracasso é a oportunidade de se começar de novo, com inteligência." Simplifique sua vida!

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24 maio 2013

A Hora da Virada!


Oito passos para mudar de vida

Mudar de área é uma tarefa empolgante, desafiadora, mas que também exige preparação, sobretudo financeira. Mesmo com a nova carreira oferecendo boas perspectivas, no começo pode haver instabilidade na renda. Além disso, possivelmente o trabalhador deverá ter de fazer cursos para se especializar ou investir no novo negócio.

“O importante na transição é buscar o curso certo para não gastar tempo e dinheiro com apostas erradas”, diz a gerente de orientação de carreira do Grupo DMRH, Bruna Tokunaga Dias. Ter paciência até que a mudança comece a trazer retorno é outra recomendação. Em casos de arrependimento, diz Bruna, não há nenhum problema em tentar retornar à antiga área. “A pessoa precisa estar preparada para as perguntas nos processos seletivos, pois ela será questionada sobre isso. Não pode parecer que foi algo precipitado”, avalia.

Há empresas de recolocação profissional que oferecem assessoria em casos de mudança de área ou para montar um negócio próprio. A gerente de orientação diz que, no caso da DMRH, a assessoria inclui de 6 a 10 encontros, com valor de R$ 200 a R$ 600 por hora, dependendo do caso. Conheça a seguir oito recomendações para não enfrentar frustração na hora de mudar de carreira:

1. Tenha clareza dos seus objetivos antes de tomar qualquer atitude. Se possível, procure uma orientação de carreira profissional para elaborar um plano de ação adequado à sua realidade.

2. Procure conhecer a nova área e as possibilidades de atuação antes de tomar uma decisão como largar o emprego ou se matricular e investir tempo e dinheiro em formação.

3. Invista em uma formação coerente com os seus objetivos - não saia fazendo todos os cursos que aparecem pela frente.

4. Procure saber quem é o profissional visto como referência na área em que pretende atuar e como foi a sua trajetória, formação e dificuldades que enfrentou, bem como os seus diferenciais.

5. Tenha uma reserva financeira, pois qualquer mudança implica em uma fase de transição.

6. Faça um acordo no trabalho atual e com familiares e pessoas próximas sobre suas perspectivas e objetivos.

7. Acione a sua rede de contatos e relacionamentos para contar sobre seus novos desafios. Eles podem ser um grande apoio na sua nova empreitada.

8. Atualize suas informações do novo emprego em redes sociais, especialmente as voltadas para a esfera profissional, para que o mercado saiba da sua mudança de área.



Texto: Yolanda Fordelone

fonte: http://economia.estadao.com.br/especiais/hora-da-virada-na-carreira,201015.htm



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E simplifique sua vida!

21 maio 2013

Descubra seus talentos e turbine sua carreira


Quem não sonha em ter a animação teatral de Silvio Santos, a influência de Eike Batista ou a inteligência de Steve Jobs? Para a maioria dos profissionais ser bem sucedido como estes empresários depende única e exclusivamente da empresa em que se trabalha. Mas um ponto em comum entre homens de sucesso é que eles construíram os impérios e não o contrário. Por isso, especialistas sugerem a quem quer vencer: aprimore seus próprios talentos.


Foi o que fez Homero Reis, sócio da Homero Reis e Consultores. Após 17 anos tocando uma empresa de recursos humanos, Reis estava absolutamente insatisfeito consigo mesmo e com o trabalho. Resolveu mudar de vida e de área. Mas, antes, precisou se descobrir. Foi quando conheceu o chamado coach ontológico, que numa tradução simplista seria o treinamento voltado para o ser.

E investiu. Tempo e dinheiro. Fez cursos na Venezuela, Chile, México e Espanha e, a partir daí, decidiu que o que gostava de fazer era trabalhar com coach. Depois de uma temporada no México, onde conheceu Humberto Maturana, um dos maiores pensadores do coaching ontológico, voltou ao Brasil e deu uma guinada na carreira e na empresa e a transformou em uma instituição especializada em coach — A Homero Reis Consultores atua como escola de formação de coaching, laboratório de pesquisas e consultoria.

Veja :  Conheça 10 áreas em que faltam profissionais no Brasil

“Foi a descoberta da minha vocação que me fez ter sucesso. Hoje sei que minha paixão é ensinar. Como isso é um negócio, é óbvio que tem um valor agregado, ou seja, ganho dinheiro com isso”, afirma Reis.

Na visão de Eduardo Ferraz, consultor em Gestão de Pessoas, na história de Reis, é possível identificar os primeiros passos para alcançar sucesso profissional: investimento no autoconhecimento. Nesta etapa, vale terapia, contratar um coach, um profissional de aconselhamento de carreira e ler bons livros acerca do tema. “Tem que gastar tempo. O autoconhecimento dá trabalho, não adianta ser simplista. Te dá uma janela para se descobrir. É uma jornada”, afirma.

O segundo passo, de acordo com Ferraz, é aproveitar o que se tem de melhor e não tentar forçar uma personalidade que não se tem. Por exemplo, quem é tímido o será pelo resto da vida, mas pode fazer um treinamento para falar em público e até se desenvolver para ser um grande orador. É como um prédio. É possível mudar a parede, a pintura, a decoração até mesmo o encanamento, mas é impossível mexer no alicerce. “Com a personalidade é a mesma coisa. Ser tímido ou extrovertido é estrutural, não vai mudar, mas pode fazer treinamentos para desenvolver o potencial”, afirma.

Um terceiro tópico apontado por Ferraz é a identificação do ponto forte. “Tudo aquilo que você faz melhor que os outros sem fazer força. É o talento.” A partir daí, segundo o especialista é possível se posicionar em áreas ou cargos em que vai render mais. “Se é mandão, por exemplo, tem que estudar para ser líder”, garante.

Por fim, Ferraz recomenda a prática deliberada, ou seja, fazer o trabalho por horas e horas para atingir a excelência. “Muita prática significará melhor desempenho”, afirma.

Mas, se autoconhecer para alcançar o sucesso não significa que não vai haver tropeços e medos. “Dou aula desde 1977 e todo início de semestre quando entro na sala de aula pela primeira vez tenho um momento de medo, o coração vai à boca, peço par nunca perder o respeito pela novidade”, afirma Reis.

Armadilhas

Neste processo de desenvolvimento profissional e autoconhecimento existem algumas armadilhas, os chamados inimigos da aprendizagem. Três deles são muito importantes e podem literalmente emperrar a carreira. O primeiro é a prepotância. Muitos profissionais já fizeram terapia, escola de teatro, coach e acham que estão prontos para o resto da vida.“O profissional se capacita até entrar na empresa e acha que, porque está empregado, não precisa se especializar. É um equívoco”, afirma Reis.

O segundo inimigo é o oposto da prepotência, é a vitimização. São as pessoas pessimistas que acham que nada vai dar certo e se algo ruim ocorrer será com elas. E, por fim, a preguiça. “Este é violento. A pessoa sabe fazer, tem a técnica e a criatividade, mas deixa sempre para depois”, diz Reis. Para ele, vencer a preguiça é ganhar competência e habilidade.

fonte: economia.ig.com.br

20 maio 2013

Os dez mandamentos da motivação


1. Não seja um procrastinador
Não adie as tarefas de hoje. Também não adie suas decisões. Faça isso por você. Evite acumular afazeres, pois alguns tentam dedicar-se a muitas coisas ao mesmo tempo, além de estressante, é um convite para o fracasso.

2. Comece algo e termine
Lembro-me de uma ocasião em que passei algumas horas escrevendo um artigo e o computador "travou". Perdi tudo e não fiquei nada feliz. Eu havia começado, mas o final era a minha motivação. Se você começar algo, termine, a menos que o sentimento de frustração seja bom para você.

3. Confie em você mesmo
Ao atender centenas de pessoas e empresas, detectei diversos casos em que sobrava capacidade, mas faltava confiança. Há ocasiões que o segredo do êxito é apenas "confiar no seu taco" e ter "bala na agulha". A PNL nos ensina ao dizer que: "Todos possuem os recursos que necessitam, basta acessá-los". Fale em alta voz: "Sim, eu posso. Eu me permito. Eu vou".

4. Valorize o que realmente importa
Defina suas metas, suas prioridades e valores. Equilibre seu tempo, não viva só para o trabalho, por exemplo. Desfrute de momentos felizes ao lado de seus familiares. Pratique atividades físicas, leia bons livros, ouça boas músicas, exercite a sua fé.

5. Tenha grandes planos
Você quer ser grande? Ande com os grandes. Quer ter grandes realizações e um grande sucesso? Tenha objetivos e metas, e corra atrás. Não seja medíocre.

6. Agradeça sempre
Pense nisso: "Sempre reclamei dos meus sapatos, até que um dia, ao dobrar uma esquina, avistei um homem sentado sem os dois pés". Reveja seus conceitos de necessidades.


 7. Ame-se muito
O maior amor que podemos sentir é o amor próprio. Este sentimento profundo acerca de nós mesmos nos fará amar incondicionalmente o próximo e o Arquiteto do Universo. Quando temos uma boa autoestima nossos relacionamentos são mais saudáveis.

8. Não tenha medo de fracassar
O fracasso é uma ação, não é uma pessoa. É apenas uma oportunidade de fazer diferente, de recomeçar de outra forma. Portanto, mesmo que você caia, levante-se com classe, e saiba que os tombos te ensinarão novas manobras.

9. Seja disciplinado
Nem sempre é possível fazer o que se quer. Nem todos ganham o quanto gostariam ou fazem o que sabem ou amam. Disciplina é plantar para colher, só que o plantio é árduo. A disciplina transformou um camelô em um dos maiores empreendedores do mundo.

10. Persista, persista, persista
Olhe para seu alvo, fixe os olhos nele e prossiga até tocá-lo. Será fácil? É bem provável que não, mas ainda que você seja surrado, não seja nocauteado. Fomos criados para sonhar e são eles - os sonhos - que abastecem a nossa alma. Não venda os seus sonhos, não desista deles, não deixem roubá-lo de você. (autor desconhecido)

15 maio 2013

02 maio 2013

O que hoje Conhecemos por TDAH?


O que hoje conhecemos como TDAH, é uma disfunção neurobiológica, de causa predominantemente genética, e por isso mesmo crônica, ou seja, persiste por toda a vida do indivíduo.

Já foi descrito por muitos outros nomes, como por exemplo, DCM (disfunção cerebral mínima), lesão cerebral mínima, síndrome da criança hipercinética, síndrome hipercinética, etc.
A primeira descrição médica é de 1902 feita por um médico inglês, George Still. Mas se formos a literatura encontraremos descrições dos comportamentos de algumas crianças muito semelhantes as que temos atualmente em datas muito anteriores.
Por isso é fácil verificar, pela literatura, que o TDAH não é um transtorno novo, nem é um modismo, nem foi inventado para vender remédio. As pesquisas também comprovam que os sintomas são os mesmos em qualquer lugar, isto é, os sintomas de TDAH são os mesmos no Brasil, na Índia, na Bélgica, na África, etc.
Inicialmente pensava-se que era uma disfunção da Infância. Mas com a continuidade das pesquisas e das observações nos consultórios, começou-se a perceber a permanência dos sintomas na Adolescência e na idade Adulta.
Não é um transtorno raro, já que incidência é de 5 a 8 % na infância, em estimativas bem conservadoras.
O TDAH se caracteriza pela tríade: Hiperatividade, Impulsividade e Desatenção. E como é um transtorno DIMENSIONAL (que depende da intensidade dos sintomas e não da presença ou ausência deles), é preciso que esses sintomas se apresentem por mais de seis meses, em mais de um ambiente e que causem problemas na vida da criança. Mas não basta apresentar essas características. Para que se faça o diagnóstico é preciso que vários critérios sejam satisfeitos. O DSM IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Americana de Psiquiatria) é a classificação de doenças usada para se fazer o diagnóstico, que deve ser feito por um profissional habilitado, que realmente se dedique ao estudo do TDAH.
Nunca é demais lembrar que o diagnóstico é sempre e apenas clínico. Não existem até o momento exames complementares (tomografia computadorizada, ressonância magnética e outros) ou testes de quaisquer tipos que sejam diagnósticos. Esses complementos atuam apenas como auxiliares do diagnóstico. Por isso é fundamental a conversa com o paciente, sua família e se possível com a escola, a colheita cuidadosa da anamnese (dados da vida e evolução do paciente) e a observação deste.
Em geral as crianças são agitadas, não param quietas, falam muito, não conseguem esperar, sobem em tudo, correm, querem fazer muitas coisas ao mesmo tempo, mas de uma maneira claramente mais intensa que a maioria das crianças. As pessoas próximas sentem, percebem que aquele comportamento extrapola o comportamento observado na maioria das crianças conhecidas.
Mas existe uma forma de apresentação do TDAH, em que a Desatenção predomina e então as crianças não são agitadas, nem falam muito, e passam em geral despercebidas. É o tipo predominantemente Desatento, em que o sintoma predominante é justamente a desatenção. Em geral mais frequente nas meninas, na maioria das vezes não é diagnosticado, causando muitos danos pela falta de tratamento adequado.
São 3 as formas de apresentação do TDAH : predominantemente Hiperativo - Impulsivo, Combinado e predominantemente Desatento.
Na Adolescência e na idade Adulta esses sinais se modificam, a hiperatividade não se apresenta mais tão visível passando a ser mais uma sensação de inquietude, fazendo com que muitos pareçam muito atarefados, mas na verdade não fazem efetivamente muita coisa.
 A desatenção persiste quase inalterada, mas é mais facilmente disfarçada. A direção de veículos passa a ser uma atividade preocupante, já que eles não tem paciência ( impulsividade ) no transito, correm, tem dificuldade de respeitar sinais e leis em geral, ultrapassam sem necessidade e de forma imprudente, podendo causar graves acidentes.
Nesse momento o envolvimento com substâncias psico-ativas ganha relevância e o álcool aparece em destaque. Frequentemente o início do uso é precoce e intenso, tanto do álcool como de outras substâncias. Muitas vezes usados como formas de auto-medicação, já que o portador percebe que algo lhe acontece, mas não sabe identificar o que.
As pesquisas mostram que a etiologia (a causa) é fundamentalmente hereditária, com vários membros da família do portador também exibindo comportamentos compatíveis com o transtorno.
Um aspecto que atualmente se sabe fundamental são as Comorbidades (outras disfunções que acompanham o TDAH). São elas que dão o colorido especial a cada portador, muitas vezes dificultando ou mascarando o diagnóstico, fazendo do tratamento algo específico para cada um. As comorbidades são muito freqüentes, atingindo a bem mais de 50 % dos portadores, muitas vezes com mais de uma comorbidade.
O TDAH além de seus três sub-tipos pode ser acompanhado de:
Transtorno de Ansiedade,
Transtorno de Aprendizado,
Transtorno Depressivo,
Transtorno de Humor Bipolar,
Transtorno Opositivo - Desafiador,
Transtorno de Conduta
e outros menos frequentes.
Os três sub-tipos podem se combinar de várias maneiras com qualquer uma das comorbidades. Por isso o profissional a ser procurado para o diagnóstico e tratamento, deve ter não só um bom conhecimento do TDAH como também um amplo conhecimento dos diversos transtornos psiquiátricos que podem acompanhar o TDAH como comorbidades. Sua identificação é primordial, pois são elas que podem modificar as escolhas terapêuticas. É um assunto tão importante que mereceu uma seção específica, onde podem ser obtidas informações mais detalhadas (TDAH e suas Comorbidade ).

Luciana Fielsaiba quem é:
www.lucianafiel.com.br

O que é TDA/H


A primeira reação é pensar que são pessoas, especialmente crianças  mal-educadas, com pais ausentes e com dificuldade para impor limites. É possível que essa primeira impressão esteja correta. Entretanto, também é possível que sejam portadoras de  TDA/H.

 Um rótulo é um nome. O problema é o uso que se faz do rótulo e não o rótulo em si.

TDA/H significa Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade. É um transtorno neurobiológico, de origem genética de longa duração, persistindo por toda a vida da pessoa, que tem início na infância, comprometendo o funcionamento em vários setores da vida, e se caracteriza pela: Hiperatividade, Impulsividade e Desatenção. É compreendido hoje em dia como um transtorno que compromete principalmente o funcionamento da região frontal do cérebro, responsável, entre outras atividades, pelas funções executivas.

Crianças com TDA/H têm dificuldades em tarefas que exigem habilidades para resolução de problemas e organização, essas dificuldades na maioria dos casos, acabam determinando comprometimento do aprendizado. Adultos comumente se ocupam com várias atividades ao mesmo tempo, na maior parte das vezes sem conseguir completar nenhuma delas, maior incidência no uso de álcool e drogas, sofrem mais acidentes, mudança constante de emprego e cônjuge, baixa alta estima, isolamento social, maior incidência a depressão e ansiedade, completam menos anos de escolaridade e apresentam menos habilidade social.

Os portadores de TDA/H apresentam também muitas características positivas, tais como: bom nível intelectivo, criatividade aguçada, grande sensibilidade e forte senso de intuição.


O passo mais importante para o tratamento é o conhecimento.
Informe-se. Leia e pesquise. Busque informação científica e correta.
Consulte um especialista.
Cuidado com os mitos!
Cuide do preconceito!
Lucina Fiel
www.lucianafiel.com.br

Confira as características de um portador de TDAH



Quais as principais características de um portador de TDAH ?
Existem quatro subtipos, o grupo da instabilidade e atenção, o grupo da hiperatividade física ou mental, o grupo da impulsividade e o grupo dos sintomas secundários.

1º Grupo: Instabilidade da atenção

1. Desvia facilmente sua atenção do que está fazendo, quando recebe um pequeno estímulo. Um assobio do vizinho é suficiente para interromper uma leitura.
2. Tem dificuldade de prestar atenção à fala dos outros. Numa conversa com outra pessoa tende a captar apenas “pedaços” soltos do assunto.
3. Desorganização cotidiana. Tende a perder objetos (chaves, celular, canetas, papéis), atrasar-se ou faltar a compromissos, esquecer o dia de pagamento das contas (luz, gás, telefone, seguro).
4. Frequentemente apresenta “brancos” durante uma conversa. A pessoa está explicando um assunto e, no meio da fala, esquece o que iria dizer.
5.Tendência a interromper a fala do outro. No meio de uma conversa lembra-se de algo e fala sem esperar o outro completar o seu raciocínio.
6. Costuma cometer erros de fala, leitura ou escrita. Esquece uma palavra no meio de uma frase ou tem dificuldade em pronunciar palavras muito longas.
7. Presença de hiperfoco, ou seja, concentração intensa em um único assunto num determinado período. Um TDA/H pode ficar horas a fio no computador sem se dar conta do que acontece ao seu redor.
8. Dificuldade de permanecer em atividades obrigatórias de longa duração, como ouvir uma palestra ou assistir a um filme, cujos temas não lhe despertem interesse ou que não o faça entrar em hiperfoco.
9. Interrompe tarefas no meio. Um TDA/H frequentemente não lê um artigo de revista até o fim, ou ouve um CD inteiro.

2º Grupo: Hiperatividade física e/ou mental

10. Dificuldade em permanecer sentado por muito tempo. Durante uma palestra ou sessão de cinema costuma mexer-se o tempo todo na tentativa de permanecer em seu lugar.
11. Está sempre mexendo com os pés ou as mãos. São os indivíduos que têm os pés “nervosos”, girando suas cadeiras de trabalho, ou que estão sempre com suas mãos ocupadas, pegando objetos, desenhando em papéis ou ainda ajeitando suas roupas ou seus cabelos.
12. Constante sensação de inquietação ou ansiedade. Um TDA/H sempre tem a sensação de que tem algo a fazer ou pensar, de que alguma coisa está faltando.
13. Tendência a estar sempre ocupado com alguma problemática em relação a si ou com os outros. São as pessoas que ficam “remoendo” sobre suas falhas cometidas, ou ainda sobre os problemas de amigos ou conhecidos.
14. Costuma fazer várias coisas ao mesmo tempo. É a pessoa que lê e vê TV ou ouve música simultaneamente.
15. Envolve-se em vários projetos ao mesmo tempo. Um exemplo é a pessoa que tem várias ideias simultaneamente e acaba por não levar a cabo nenhuma delas, em função desta dispersão.
16. Às vezes se envolve em situações de alto risco em busca de estímulos fortes, como dirigir em alta velocidade.
17. Frequentemente fala sem parar, monopolizando as conversas em grupo. É a pessoa que fala sem se dar conta de que as outras pessoas estão tentando emitir suas opiniões. Além de disso, não percebe impacto que o conteúdo do seu discurso pode estar causando a outras pessoas.

3º Grupo: Impulsividade

18. Baixa tolerância à frustração. Quando quer algo não consegue esperar, lança-se impulsivamente numa tarefa. Mas como tudo na vida requer tempo, tende a se frustrar e desanimar facilmente.
19. Costuma responder a alguém antes que este complete a pergunta. Não consegue conter o impulso de responder ao primeiro estímulo criado pelo início de uma pergunta.
20. Costuma provocar situações constrangedoras, por falar o que vem à mente sem filtrar o que vai ser dito. Durante uma discussão, um TDA/H pode deixar escapar ofensas impulsivas.
21. Impaciência marcante no ato de esperar ou aguardar por algo. Filas, telefonemas, atendimento em lojas ou restaurantes podem ser uma tortura.
22. Impulsividade para comprar, sair de empregos, romper relacionamentos, praticar esportes radicais, comer, jogar etc. É aquela pessoa que rompe um relacionamento várias vezes e volta logo depois, arrependida.
23. Reage irrefletidamente às provocações, críticas ou rejeição. É o tipo de pessoa que explode de raiva ao sentir-se rejeitada.
24. Tendência a não seguir regras ou normas preestabelecidas. Um exemplo seria o trabalhador que teima em não usar equipamentos de segurança, apesar de saber da importância destes.
25. Compulsividade. Na realidade a compulsão ocorre pela repetição constante dos impulsos, os quais, com o tempo, passam a fazer parte da vida dessas pessoas, como as compulsões por compras, jogos, alimentação etc.
26. Sexualidade instável. Tende a apresentar períodos de grande impulsividade sexual, alternados com fases de baixo desejo.
27. Ações contraditórias. Um TDA/H é capaz de ter uma explosão de raiva por causa de um pequeno detalhe (por mexerem em sua mesa de trabalho, por exemplo) numa hora e, poucos momentos mais tarde, ser capaz de uma grande demonstração de afeto, através de um belo cartão, flores ou um carinho explícito.
28. Hipersensibilidade. O TDA/H costuma melindrar-se facilmente. Uma simples observação desfavorável sobre a cor de seus sapatos é suficiente para deixá-lo internamente arrasado, sentindo-se inadequado.
29. Hiperreatividade. Esta é uma característica que faz com que o TDA/H se contagie facilmente com os sentimentos dos outros. Pode ficar profundamente triste ao ver alguém chorar, mesmo sem saber o motivo, ao mesmo tempo que pode ficar muito agitado ou irritado em ambientes barulhentos ou em presença de multidão.
30. Tendência a culpar os outros. Um TDA/H, muitas vezes, poderá culpar outra pessoa por seus fracassos e erros, como o aluno que culpa o colega de turma por ter errado em uma questão da prova, já que este colega estava cantarolando baixinho naquele momento.
31. Mudanças bruscas e repentinas de humor (instabilidade de humor). O TDA/H costuma mudar de humor rapidamente, várias vezes no mesmo dia, dependendo dos acontecimentos externos ou ainda de seu estado cerebral, uma vez que o cérebro do TDA/H pode entrar em exaustão, prejudicando a modulação do seu estado de humor.
32. Tendência a ser muito criativo e intuitivo. O impulso criativo do TDA/H é talvez a maior de suas virtudes. Pode se manifestar nas mais diversas áreas do conhecimento humano.
33. Tendência ao “desespero”. Quando se vê diante de uma dificuldade, o TDA/H tende a vê-la como algo impossível de ser transposto e, com isso, sente-se tomado por uma grande sensação de incapacidade. Sua primeira reação é o “desespero”. Só mais tarde consegue raciocinar e constatar o verdadeiro “peso” que o problema tem.
4º Grupo: Sintomas secundários

34. Tendência a ter um desempenho profissional abaixo do esperado para sua real capacidade.
35. Baixa autoestima. Em geral, o TDA/H sofre desde muito cedo uma grande carga de repreensões e críticas negativas. Sem compreender a razão disso, com o passar do tempo, ele tende a se ver de maneira depreciativa.
36. Dependência química. Pode ocorrer como consequência do uso abusivo e impulsivo de drogas durante vários anos.
37. Depressões frequentes. Ocorrem, em geral, por uma exaustão cerebral associada às frustrações provenientes de relacionamentos malsucedidos e fracassos profissionais e sociais.
38. Intensa dificuldade em manter relacionamentos afetivos.
39. Demora excessiva para iniciar ou executar algum trabalho. Estes fatos ocorrem pela combinação nada produtiva de desorganização aliada a uma grande insegurança pessoal.
40. Baixa tolerância ao estresse. Toda situação de estresse leva a um desgaste intenso da atividade cerebral. No caso de um cérebro TDA/H, este desgaste apresentar-se-á de maneira mais marcante.
41. Tendência a apresentar um lado “criança” que aparecerá, por toda a vida, na forma de brincadeiras, humor refinado, caprichos, pensamentos mágicos e intensa capacidade de fantasiar fatos e histórias.
42. Tendência a tropeçar, cair ou derrubar objetos. Isto ocorre em função da dificuldade do TDA/H de concentrar-se nos atos e de controlar ou coordenar a intensidade de seus movimentos.
43. Tendência a apresentar uma caligrafia de difícil entendimento.
44. Tensão pré-menstrual muito marcada. Ao que tudo indica, em função das alterações hormonais durante este período, que intensificam os sintomas do TDA/H. A retenção de líquido que ocorre durante os dias que antecedem a menstruação parece ser um dos fatores mais importantes.
45. Dificuldade em orientação espacial. Encontrar o carro no estacionamento do shopping quase sempre é um desafio para um TDA/H.
46. Avaliação temporal prejudicada. Esperar por um TDA/H pode ser algo muito desagradável, pois, em geral, sua noção de tempo nunca corresponde ao tempo real.
47. Tendência à inversão dos horários de dormir. Em geral adormece e desperta tardiamente, por isso alguns deles acabam viciando-se em algum tipo de hipnótico.
48. Hipersensibilidade a ruídos, principalmente se repetitivos.
49. Tendência a exercer mais de uma atividade profissional, simultânea ou não.

Luciana Fiel

www.lucianafiel.com.br

Curiosidade - TDAHs Famosos

 Conheça alguns dos portadores de TDAHs mais famosos



    Alexander Graham Bell
    ● Albert Einstein 

    ● Beethoven 
    ● Bill Cosby 
    ● Cher 
    ● Tom Cruise 
    ● Salvador Dali 
    ● Jim Carrey 
    ● Leonardo da Vinci 


    ● Kirk Douglas 
    ● Thomas Edison 
    ● Galileo Galilei

● Walt Disney 



●  Kirk Douglas 
      ● Thomas Edison 
      ● Galileo Galilei 
      ● Danny Glover 
      ● Whoopi Goldberg 
      ● Ernest Hemingway 
      ● Dustin Hoffman 
      ● Magic Johnson 


      ● John Lennon 
      ● Abraham Lincoln 
      ● Wolfgang Amadeus Mozart
      ● Napoleon Bonaparte 
      ● Isaac Newton 
      ● Nostradamus 
      ● Pablo Picasso 
      ● August Rodin 
      ● Muhammad Anwar al-Sadat
      ● Socrates 
      ● Steven Spielberg 


      ● Leo Tolstoy 
      ● Van Gogh 
      ● Michael Phelps 


      Fonte: Wikipedia

Entrevista - Coaching para TDAHs com Luciana Fiel


A maior especialista no Brasil, em Coaching para TDAHs, Luciana Fiel, conta direto de Juiz de Fora, para o blog da POTENS como ela atua em prol de aumentar a qualidade de vida de seus clientes e familiares.
Ela também traz dicas interessantes para você identificar e lidar com pessoas que possuem esse transtorno.

Leia Também: 

O que é Coaching para TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção Hiperatividade)?

O processo de Coaching para TDAH é vivenciado através de sessões com avançadas ferramentas de Coaching associados ao conhecimento, experiência e vivencia com o TDAH, potencializando a recuperação do portador e a auto percepção dos sintomas. O resultado é mensurável em cada sessão, através das tarefas definidas.

O processo de coaching é voltado apenas para o portador de TDAH?

Sabemos que o TDAH é um transtorno que envolve emocionalmente toda a família, dessa forma o treino parental e as estratégias curriculares escolar fazem toda diferença na aceleração dos resultados. O processo envolve portador e família, e a escola, quando o portador é criança ou adolescente.


Como é realizado a ATUAÇÃO DO COACH NA FAMILIA?

O Coaching Familiar tem como objetivo a observação do comportamento familiar, diagnóstico do ciclo inoperante e modificação através de estratégias e orientações educacionais e comportamentais.
A escolha de quais estratégias e/ou técnicas que serão usadas deve ser feita a partir das características de cada portador, da família e do ambiente em que vive, além da faixa etária.
É um desafio os pais lidarem com estas crianças e adolescentes, por isso é indicado Orientação e Treinamento Parental para melhor entendê-los além de obterem apoio e compreensão e conseqüentemente receberem treinamento acerca de habilidades de manejo destas crianças em casa.


Quais as ferramentas e técnicas devem ser mais utilizadas pela família?

Procedimentos de reforço positivo que incluem elogios, privilégios ou pontos simbólicos que podem ser trocados por prêmios ou gratificações além de perguntas no lugar de comandos. Valorizamos também as sanções por reciprocidade.
No caso de adolescentes as estratégias sugeridas aos pais são: estabelecer a negociação, envolver o adolescente da tomada de decisão quanto a negociação, ser firme, manter uma boa comunicação, monitorar o comportamento procurando manter estrutura e organização.


Quais os comportamentos devem ser evitados pela família?

Crianças que constantemente são advertidas, criticadas ou punidas acabam apresentando baixa autoestima, inabilidade nas relações interpessoais e mostram-se desencorajadas a concluir tarefas e a atingir objetivos. Punir e exigir só agrava a situação.

Quais são os resultados do processo de coaching para TDAH para um portador?

 O portador de Déficit de Atenção e Hiperatividade aprende a identificar e priorizar um foco, definindo como objetivo inicial, minimiza a procrastinação – fazer o que precisa ser feito, acompanha os resultados desejados, alinha valores, potencializa recursos internos e externos, decodifica as crenças limitantes e fortalece as crenças fortalecedoras, elimina os sabotadores, modela e implementa estratégias de sucesso como organização e otimização do tempo, comunicação e planejamento.
Outro fator importante é ampliar a força de persistência. Muitos são os casos de separação e subemprego que os portadores vivenciam.


Como é realizado o processo de coaching para TDAH?

As sessões de Coaching podem acontecem presencial ou à distância em uma periodicidade semanal, quinzenal, mensal e também na modalidade de “Day Coaching” dependendo do desenvolvimento individual, com uma duração de 1 a 2 horas. De uma sessão para outra é definido uma atividade ou tarefa a ser executada, para que ele possa desenvolver disciplina, promover a mudança de comportamento e novos hábitos que favoreçam o alcance do seu objetivo. Junto as sessões é desenvolvido também o diário de bordo uma técnica diária de reforço positivo.

O que diferencia o processo de Coaching da Terapia?

O Coaching é uma ação orientada, com foco nos objetivos a caminho do futuro, com base em uma mudança do comportamento. A diferença entre o Coaching e Terapia é muito simples. O Coaching é pragmático, objetivo, planejado, visa um alvo determinado e opera a partir do pressuposto de que você já possui os recursos que precisa, faltando apenas alguém para ajudar a acessar estes recursos. Por focar em objetivos específicos, é muito mais eficiente do que qualquer abordagem terapêutica, proporcionando logo nas primeiras sessões, visíveis resultados.

Quem é Luciana Fiel?

  • Luciana Fiel é uma profunda conhecedora sobre o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, (TDAH). Atua com Famílias, Executivos, Empresários e Profissionais com TDAH. Luciana é reconhecida como uma das maiores autoridades sobre Coaching Pessoal, Profissional e Familiar para crianças, adolescentes e adultos com Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
  • Autora com Paulo Mattos e Sérgio Bourbon, Psiquiatras, membros da ABDA do videocurso e livro “A Criança e o TDA/H Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade”.
  • Autora do livro “O líder que existe em você”.
  • Associada a ABDA – Associação Brasileira do Déficit de Atenção/Hiperatividade. Há 12 anos pesquisa, estuda e trabalha com a Metodologia Coaching para TDA/H. Palestrante de Congressos Internacionais sobre o assunto.
  • Criadora do Método “Coaching Pedagógico”.
  • Licenciada pela Sociedade Brasileira de Coaching, única no Brasil autorizada a utilizar conceitos, técnicas e metodologias desenvolvidas por Brian Tracy, uma das maiores autoridades em coaching do mundo.
  • Mestre em Família e Desenvolvimento Humano pela Universidade Federal de Viçosa MG.
  • Formação em Programação Neurolinguística.
  • Formação em ENEAGRAMA.
  • Pós-graduada em Educação Novos Paradigmas pela Faculdade Pitágoras BH/MG.
  • Graduada em Economia Doméstica com especialização na Área de Família e Desenvolvimento Humano, especificamente em Comportamento na Educação Infantil.
  • É fundadora e diretora presidente de A Ciranda Desenvolvimento Humano, instituição que atua em serviços de desenvolvimento do potencial humano.
  • Palestrante. Master Coach. Educadora. Escritora.
Contatos:
(032) 8895.4606

Revista CityPenha - Maio/13

Destaque: Super Mães Profissionais.


Conciliar o trabalho com a maternidade ainda é um dos principais desafios enfrentados por nós, mulheres, mas, com algumas atitudes pontuais e simples é possível, buscar esse equilíbrio.

É verdade que ganhamos um bom espaço no mercado de trabalho nos últimos anos e, que, mostramos uma competência peculiar ao darmos conta das duplas e, às vezes, triplas jornadas diárias; tornamo-nos super mulheres e fazemos muito mais coisas que, um dia, imaginaríamos realizar; mas, é verdade, também, que ainda enfrentamos questões antigas relacionadas ao papel de mãe e de profissional. 









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