11 junho 2013

Sentimento de Culpa, como você lida com ele?


Sentimento de culpa, como lidar com ele?
Vivemos em um mundo que pessoas consideradas bem sucedidas e realizadas, são super-humanas, perfeitas física e emocionalmente. Acompanhar esse parâmetro de excelência social, em que o desejo da perfeição se tornou obsessão, é uma tarefa difícil e muitas vezes utópica. Inclusive para nós mulheres que exercemos diversos papéis na sociedade e conciliar filhos e carreira é um dos grandes dilemas dos dias de hoje.
Mas, é insano pensar que podemos estar alinhados ao ‘aceito’ o tempo todo, mesmo porque o bom e o correto geralmente são subjetivos e mutáveis. Cometemos deslizes com certa frequência e usualmente sentimos culpa por não nos adequar a esses princípios impostos.  Sentimos culpa por não estarmos com nossos filhos, não ter uma carreira de sucesso, comer muito, comportamentos ou falas inapropriadas e  daí em diante.
Não bastassem as culpas clássicas, temos uma nova angústia tomando grande força no mercado mundial, a culpa da desinformação. Sofremos por não acompanhar os noticiários do dia ou as tendências da nossa área de atuação.
Naturalmente saudável todo ser humano, dotado de uma estrutura psíquica adequada, sente culpa; pessoas que sofrem de transtornos psicopatológicos são imunes a esse sentimento e perigosas para a sociedade.
A culpa pode ser interpretada como benéfica desde que auxilie na convivência social e seja o impulsionador para o crescimento humano. No entanto, valorizar demasiadamente suas falhas, erros e imperfeições podem fomentar sentimentos de insegurança, inferioridade e incompetência, trazendo um peso emocional doloroso e avassalador. 
A Culpa e as Pessoas:
Pessoas que são norteadas pelo sentimento de culpa geralmente possuem autoestima baixa e acreditam não merecer os triunfos da vida. Cobram-se muito, possuem uma preocupação excessiva com a opinião dos outros e se auto sabotam, como uma forma de punição.
Quem sente culpa, sente-se culpado de sentir essa culpa!
É possível sim, conviver melhor com esse sentimento.
O primeiro passo é: Pergunte-se e reflita:
- Estou fazendo o meu melhor dentro da minha realidade?
- Tenho como fazer de outra forma?
Para que você possa administrar a culpa, fazendo com que ela trabalhe ao seu favor é importante que você:
1)    Valorize seus talentos
Faça uma lista dos seus principais talentos, escreva-os no papel e pense como eles podem ser utilizados e melhor aproveitados no seu dia a dia.
2)    Aceite suas imperfeições
Todos cometemos erros.  Qual é o foco que você está dando para o erro? Encarando-o como aprendizado e desenvolvimento ou se ‘chicoteando’, transformando-o em maior do que ele é?  Assuma seus erros e tente se superar, melhorar a cada dia. O erro é natural e quem não erra não faz! 
3)    Peça Perdão
O perdão é importantíssimo para você se livrar da energia negativa que reprime a sua vida.  O ato de perdoar tem tudo a ver com você e nada a ver com o outro. Perdoe com o coração e se liberte para o novo! Mas, perdoar a si mesmo é tão importante quanto perdoar os outros.
4)    Persista
Apoie-se em suas conquistas e não em seus fracassos. Insista, persista, lute, foque na mudança e no seu bem-estar. O fracassado não é aquele que erra e sim aquele que desiste! Acredite que você merece e vá buscar o que deseja.
5)    Apoie-se na fé
Independente da sua religião ou crença a fé é um importante aliado nessa caminhada.
6)    Procure ajuda profissional
Acha difícil fazer isso sozinho?
Procure ajuda profissional. Existem excelentes psicólogos, coachs e terapeutas que podem lhe ajudar nessa questão.
É importante que você aprenda com a experiência e se comprometa com a mudança!
Simplifique sua vida!
 


04 junho 2013

Revista Marketing & Vendas - Junho/2013

Revista: Marketing & Vendas
Mês: Junho
Tema: Mude sua Vida, Mude sua história
páginas: 31, 32 e 33





leia a revista completa em: Revista Marketing e Vendas - Junho/2013

Simplifique sua vida!

03 junho 2013

Revista City Penha - Junho/13

E a POTENS é destaque mais uma vez na Mídia:
Revista: CityPenha
Mês: Junho
Tema: Administração do Tempo
páginas: 73 e 74




leia a revista completa:
http://www.citypenha.com.br/ed73/

Seis Segredos para trabalhar menos e conseguir mais resultados

Seis Segredos para trabalhar menos e conseguir mais resultados: As melhores estratégias para inovação surgem a partir da prática da subtração.

O famoso ditado menos é mais parece ser o lema que ajuda inovadores a conseguirem grandes resultados. Ao menos é o que indicam alguns cases famosos que mostram que grandes inovações foram obtidas por pessoas ou empresas que decidiram subtrair pequenos detalhes em processos ou produtos que causavam algum ruíno e atrapalhavam a quebra de barreiras.

A revista americana Harvard Business Review analisou alguns desses cases e, a partir deles, listou seis regras de ouro que ajudam a eliminar de qualquer processo coisas em excesso, dispensáveis, perigosas, confusas ou difíceis de usar, que podem brecar a inovação. Confira:

1 - O que não é pode muitas vezes superar o que é
Como em uma obra de arte, o que está implícito é, em muitas situações, tão ou mais importante do que o que está evidente. Um exemplo foi a estratégia adotada pela Scion, divisão criada pela Toyota nos Estados Unidos para desenvolver modelos especificamente voltados para o público jovem. A marca criou um modelo de carro pequeno e propositalmente simples, sem muitos dos acessórios que normalmente acompanham um veículo saído da fábrica. A ideia era que os consumidores da geração Y investissem para adicionar novos acessórios e personalizar o automóvel. Foi um sucesso. Não pelo carro em si, mas pelo que foi deixado de fora e todas as possibilidades decorrentes disso.


2 - As regras mais simples criam as melhores experiências
Engajamento e ordem não precisam de uma estrutura hierárquica rígida e cheia de controles para serem obtidos. Um ou dois acordos vitais, geralmente implícitos, são capazes de fazer todo mundo entender e se sentir responsável por algo. Os limites são definidos pelo contexto social. Exemplo disso foi a criação de um espaço compartilhado na Exhibition Road, em Londres, durante os Jogos Olímpicos de 2012. Carros, pedestres, ciclistas e mesas dos cafés podiam utilizar o espaço da rua tendo como única regra respeitar ao máximo os mais vulneráveis. O resultado foi um fluxo constante de pessoas mais cuidadosas e com metade do número normal de acidentes.

3. Limitar informações estimula a imaginação
A sabedoria tradicional diz que para ser bem-sucedida uma ideia deve ser concreta e completa. Mas muitas das coisas que engajam as pessoas não têm essa clareza. Um exemplo é um comercial da marca de chocolates americana Cadbury, que mostra um homem vestido de gorila sentado em uma bateria durante a gravação de uma música do cantor Phil Collins. O comercial tem um minuto e meio de duração, mas apenas 4 segundos do filme fazem referência ao chocolate. O restante da ação é focada na cena com o gorila. Ainda assim, a mensagem foi bem compreendida pelo publico. As vendas da marca de chocolate aumentaram 10% na época e a propaganda foi vista mais de 7 milhões de vezes no YouTube.

4. A criatividade prospera sob restrições inteligentes

Na década de 90, um laborátório da Nasa recebeu a difícil missão de criar uma alternativa mais barata, rápida e eficiente de exploração espacial. O que parecia impossível trouxe um resultado espetacular. Eles criaram um robô que pudesse coletar dados científicos em menos da metade do tempo necessário para planejamento de uma missão espacial tradicional, com uma equipe menor e dentro do orçamento. A arte e a criatividade, muitas vezes, podem surgir da limitação.

5. A inovação requer uma ruptura com o convencional

Um empreendedor norte-americano conseguiu tornar um negócio inusitado em um sucesso nacional. Em meio aos problemas do sistema de saúde nos Estados Unidos, ele criou um consultório médico para pessoas saudáveis, oferecendo serviços como vacinação, fisioterapia e exames médicos. A empresa chamou a atenção pelos preços baixos, atendimento sem horário marcado e pelo ambiente saudável. O resultado foi tão positivo que já estão sendo abertas franquias em todo o país.

6. Fazer algo nem sempre é melhor do que não fazer nada

Para inovar é necessário fazer uma pausa no trabalho árduo. A neurociência confirma que a capacidade de fazer conexões entre coisas diferentes e, a partir disso, criar algo novo, está diretamente ligada à quietude da mente. A meditação, por exemplo, é uma das formas que ajudam a preparar melhor o cérebro para insights criativos, tirando todo o ruído da mente. O presidente da Oracle, Larry Ellison, pratica meditação e pede para os seus executivos fazerem o mesmo. O Google colocou um curso de meditaçao à disposição dos funcionários. E muitas outras empresas conhecidas pela inovação também possuem praticantes da meditação entre seus principais líderes.


Fonte:
http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2013/02/seis-segredos-para-trabalhar-menos-e-conseguir-mais-resultados.html