11 janeiro 2016

Histórias reais & Experiência Internacional - parte 1 de 2

Histórias reais & Experiência Internacional 
Já comentamos por aqui que viajar para fora e ter uma experiência internacional é algo que muitos profissionais almejam. Às vezes, até por conta de uma expatriação, alguns profissionais precisam encarar no curto prazo uma mudança radical de cultura, língua etc.
De forma geral, a sensação inicial de liberdade, de conhecer uma nova cultura, conhecer lugares diferentes e, de quebra, turbinar o currículo e ou uma língua estrangeira são verdadeiras tentações e temos a tendência de só focar no que é bom.


 Mas e quando a vivência que deveria ser agradável e positiva se torna um trauma? E quando você não conta com os imprevistos e nem está preparado para as dificuldades?
Tudo isso por falta ou insuficiência de informação e também de planejamento. A ineficácia desses fatores gera uma falsa expectativa e consequentemente trás frustração.
 Para compartilhar experiências reais de quem já se aventurou no exterior, convidei alguns profissionais com os quais já trabalhei ou do meu círculo de amizade para contar suas histórias de quando saíram do Brasil.
Hoje, conto a história da Renata Médici, uma psicóloga muito especial que morou por 6 meses na Inglaterra. Leia e inspire-se.

Em setembro de 2013 fiquei sem trabalho no Brasil, tinha uma reserva financeira favorável para bancar minha viagem, além de ter a possibilidade de ficar próxima de uma amiga que já morava em Londres. Por que não ir? Queria ver como era a vida fora do Brasil. 
Mesmo não falando o inglês, decidi passar um tempo fora. Foi bem difícil no começo, foi difícil estar longe da família num país em que não se conhece nada e não se fala o idioma... Teve um dia em que me perdi e senti fome, mas eu estava tão travada com a língua que nem tentei comprar algo ou pedir informação para voltar pra casa, sentia insegurança de falar. A desenvoltura com o inglês veio depois de uns três meses.
Em Londres, cada um toma conta de sua própria vida, se você cair ninguém vai dar risada (como no Brasil), mas ninguém vai ajudar você a se levantar também. É cada um por si e você acaba percebendo que está só e por sua conta também. Mesmo estando hospedada na casa de uma amiga, ficava muito tempo sozinha. Estudava de manhã e à tarde ia passear, pois, não aceitava ficar só dentro de casa. Então, comecei a me virar, pegava ônibus ou trem e ia conhecer os lugares sozinha e curtir como turista, mas sempre sozinha. 
 Eu também tive que aprender a controlar minhas emoções, porque estava fora quando meu sobrinho pequeno e minha afilhada fizeram aniversário, quando minha avó paterna faleceu, além de ter passado o Natal e o Ano Novo longe de casa.  Foram situações difíceis de administrar e em que fiquei muito triste. Mas eu pensava, "eu não posso me desesperar... estou muito longe e não posso perder o controle", foi uma lição aprendida.
Gostou da história? Ainda não acabou, em breve a continuação da saga da Renata em Londres. Acompanhe, comente, compartilhe o link!
 Quer me contar sua experiência também? Entre em contato comigo!
 Quem sou eu?
Uma Psicóloga apaixonada por relações humanas e uma Coach Generativo em formação. Atuei como Consultora de Recursos Humanos por muitos anos em empresas multinacionais de grande porte como Grupo Saint-Gobain e Avon Cosméticos. Hoje, moro na Alemanha e dedico meu tempo orientando pessoas que por algum motivo pensam ou já decidiram morar, estudar ou trabalhar fora e também seus respectivos acompanhantes nessa aventura (cônjuge, filhos, parentes).
 
Dados para contato:
Margarete Soares
margarete.soares@potens.com.br
Skype: margaretesoares5
Whatsapp: +49 157 507 79726

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