01 abril 2016

Os obstáculos são o caminho... (provérbio zen)

Os obstáculos são o caminho... (provérbio zen)

(esta é a continuação do Artigo "Já imaginou poder criar sua realidade").

O estado generativo, estado de criatividade plena da realidade, está disponível a todos nós, mas para acessá-lo de forma consciente e nos mantermos conectados a ele é preciso mais do que vontade e desejo. Temos que aprender a nos centrar, desenvolver práticas que nos ajudem a aquietar a mente, perceber a energia que circula no nosso corpo, estarmos abertos e atentos à sabedoria que emana das vibrações que nos cercam. Manter-nos num estado generativo é um processo, não tem fim e não é algo estático. Requer prática e disciplina.


No processo de Coaching Generativo, a mudança começa com a definição de uma intenção clara e positiva (O que eu quero criar para minha realidade?). Essa intenção passa pela conexão das três consciências (cognitiva, somática e campo vibracional). Mas quando partimos para a ação em direção à nossa intenção, é comum surgirem obstáculos que parecem limitar nosso sucesso e atrapalham nossos planos. Nessa hora, a mente reconhece o obstáculo e cria uma desculpa para justificar que algo não pode se concretizar. 


No entanto, no processo generativo, somos convidados a olhar o obstáculo como algo que faz parte de um processo de superação e que se integra na solução do problema e não como algo ruim que deve ser rejeitado e negado. Em outras palavras, sentimentos como medo, insegurança, raiva, culpa entre outros, que surgem ao nos depararmos com obstáculos devem ser acolhidos, pois, eles provavelmente trazem consigo recursos valiosos que quando integrados à consciência contribuem determinantemente na identificação de maneiras para se chegar até a intenção.

Muitas vezes, quando resistências inconscientes vêm à tona, repetimos o mesmo modelo mental de fugir, lutar e sofrer. E isso, ao invés de ajudar a superar um problema acaba por outro lado fortalecendo-o.

Todos nós em momentos de crise no relacionamento amoroso ou na família ou no trabalho, por exemplo, podemos praticar esse exercício. Ao invés de acentuar os problemas e fortalecer resistências, o desafio passa a ser buscar acolher o outro, o oposto, o diferente, a opinião contrária, reconhecer as fortalezas alheias e incluir todas as perspectivas para construir juntos caminhos e soluções que possibilitem o crescimento saudável e sustentável de uma relação. Bora lá?


Não é fantástica a ideia de criar nossa própria realidade?













                                          

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