27 janeiro 2016

Seu currículo é seu cartão de visitas no Brasil e no Exterior

Você pode já saber, mas vale a pena reforçar...


O que é colocado em um currículo e também numa carta de apresentação (muito comum na Europa e América do Norte até para cargos não gerenciais) auxilia a abrir as primeiras oportunidades no mercado de trabalho.

Ter formação em universidades bem ranqueadas no mercado, experiência de estudo e/ou trabalho no exterior, além de programas trainee em empresas reconhecidas ajudam, mas não são os únicos destaques para considerar no momento de uma seleção.

Você não tem como mudar o passado ou recuperar o tempo perdido, mas pode planejar melhor o futuro. 

Cursos de aperfeiçoamento em áreas específicas nas quais você deseja trabalhar são cada vez mais valorizados, uma vez que atualmente não existe muita oferta de especialistas no mercado. 

Conhecimento técnico relacionado com a ocupação no mercado será mais valorizado na interação entre duas realidades (real e virtual), já que essa é uma realidade que vem se fortalecendo de forma muito rápida.

Não omita as suas experiências, mas reforce e potencialize os seus pontos fortes.

Para quem almeja uma carreira no exterior, tenha o seu currículo no modelo estratégico de cada país. Evite usar o mais do mesmo, afinal estamos falando de seu cartão de visitas!

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Margarete Soares

Sou uma Psicóloga apaixonada por relações humanas e uma Coach Generativo em formação. Atuei como Consultora de Recursos Humanos por muitos anos em empresas multinacionais de grande porte como Grupo Saint-Gobain e Avon Cosméticos. Hoje, moro na Alemanha e dedico meu tempo orientando profissionais que buscam novos horizontes no mercado de trabalho (nacional e internacional).
Contato:
Skype: margaretesoares5
Whatsapp: +49 157 507 79726

24 janeiro 2016

Carreira internacional não significa somente ir morar no exterior

O que quero dizer com isso? Que quando falo sobre carreira internacional (leia outros artigos que escrevi sobre esse tema aqui) não me refiro apenas sobre oportunidades fora do país, mas também de possibilidades de emprego que são oferecidas por empresas multinacionais já fortemente solidificadas ou por organizações que estão chegando para se estabelecer e iniciar seus negócios no Brasil.

O que vale mesmo é a máxima da globalização que as empresas estão focando cada vez mais: "pensamento global, ação local". As empresas estrangeiras com negócios no Brasil têm uma carência enorme de conhecimento sobre o mercado local, a cultura, o consumo, as regras do jogo. E como elas não têm tempo para evoluir naturalmente na curva da experiência, fazem de tudo para acelerar esse processo. É exatamente aí que entra a vantagem competitiva dos profissionais brasileiros.
As dificuldades e as barreiras impostas pelo governo federal na emissão de vistos de trabalho e concessões temporárias de permanência a estrangeiros vão diretamente ao encontro do aumento da demanda de empresas internacionais no Brasil por profissionais com esse mindset. 

Uma dica interessantes é ficar atento aos processos de seleção dessas empresas antes da publicação oficial de vagas disponíveis, já que novos investimentos, fusões e aquisições são anunciadas normalmente com antecedência. Busque as empresas e ofereça seus serviços de forma proativa. Destaque suas vantagens competitivas, os resultados e os conhecimentos do mercado independentemente de ser ou não proficiente em língua estrangeira (por outro lado, NUNCA deixe de investir em idiomas). Mas a consciência que quero trazer é que certamente é mais barato contratar um bom intérprete no mercado do que contratar um bom gerente comercial, financeiro ou técnico especialista, por exemplo. E se você reunir as capacidades técnicas de uma função plus proficiência no idioma exigido, tenha certeza que o sucesso é certo, ponto para você!
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Sou uma Psicóloga apaixonada por relações humanas e uma Coach Generativo em formação. Atuei como Consultora de Recursos Humanos por muitos anos em empresas multinacionais de grande porte como Grupo Saint-Gobain e Avon Cosméticos. Hoje, moro na Alemanha e dedico meu tempo orientando profissionais que buscam novos horizontes no mercado de trabalho (nacional ou internacional).
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19 janeiro 2016

Histórias Reais e Experiências Internacionais

Te convido a conhecer a história de uma jovem talentosa e determinada, hoje Coordenadora de Trade Marketing numa multinacional de grande porte, a Nati Pecoral. Quando ela resolveu fazer um intercâmbio na Inglaterra, tinha como objetivo ganhar fluência no inglês e colecionar experiências no exterior. Acompanhe e inspire-se!

 "Em 2006, tive oportunidade de passar 6 meses na Inglaterra. Eu  sempre tive uma ligação muito forte com esse lugar, amo a família real. Foi tudo muito leve pra mim... não tive grandes dificuldades em me adaptar, mas senti muita saudade da família e da comida brasileira. Por outro lado, tive sorte de ter vivido com uma família muito bacana que tornou-se minha amiga de verdade, até hoje temos contato. Então, eu tive mais recompensas do que desafios, porque me sentia parte da família mesmo.
Antes de viajar para lá, eu dominava a gramática no inglês, tinha vários certificados inclusive, mas a fluência e o vocabulário não vinham. Então, eu precisava de um empurrão! Realmente, a prática leva a perfeição!
Com determinação, eu consegui conquistar a fluência no inglês que eu queria. Para isso, foi fundamental me misturar com os ingleses de verdade, não me isolar. Eu consegui ser aceita por eles... pude viajar pela Europa também. Só de lembrar de tudo isso tenho vontade de chorar de saudades (risos). Voltei pra lá depois de 2006 e o reencontro com tudo aquilo foi incrível!!!

Eu tenho certeza que o fato de eu dominar o inglês abriu muitas portas na minha área profissional. Participei de vários processos seletivos para os Programas de Trainee, que era essencial ter o idioma turbinado. Fui aprovada em alguns desses processos e o inglês foi fundamental. Além disso, ter uma experiência internacional no currículo muitas vezes é bem visto pelas empresas. Percebi a diferença na minha desenvoltura, principalmente, quando tinha que fazer alguma entrevista em inglês e conseguia falar e me comunicar muito melhor.
O conselho que dou para quem busca uma experiência internacional, além de coragem e garra, é estudar o local de interesse antes de ir, isso ajuda a ir se ambientando".

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Quem sou eu?Uma Psicóloga apaixonada por relações humanas e uma Coach Generativo em formação. Atuei como Consultora de Recursos Humanos por muitos anos em empresas multinacionais de grande porte como Grupo Saint-Gobain e Avon Cosméticos. Hoje, moro na Alemanha e dedico meu tempo orientando pessoas que por algum motivo pensam ou já decidiram morar, estudar ou trabalhar fora, além de seus respectivos acompanhantes nessa aventura (cônjuge, filhos, parentes).
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15 janeiro 2016

Histórias reais & Experiência Internacional - parte 2 de 2

Primeira história real

Renata Médici


Como recompensa de tudo que vivi em Londres, adquiri amadurecimento, segurança e independência. Não a independência de ter um trabalho, um carro e pagar as contas. Independência é ter segurança de entrar sozinha num Café e ficar lendo uma revista tranquilamente sem ser julgada, o que no Brasil é diferente. Não precisar de ninguém para fazer absolutumante nada. Você percebe que sua companhia basta e você tem que estar em paz consigo mesmo, caso contrário você pode entrar em depressão, por conta da solidão.
Eu gostei da Renata que despertou em mim em Londres, de não me intimdar com a chuva ou com frio para sair de casa e explorar o mundo... eu aproveitei muito o momento lá porque eu sabia que estava com os dias contados. E esse olhar de aproveitar tudo do lugar que estou, eu trago comigo desde então. Eu curto muito mais o lugar onde moro hoje em dia, sempre descubro coisas novas.
Deixo alguns conselhos para quem pensa em passar uma temporada fora como eu: se informe muito sobre o país, a região e a cidade onde vai morar. É interessante também pesquisar quais as dificuldades que já foram enfrentadas por outros brasileiros nesse lugar, quais são as exigências de visto, de trabalho, de estudo, tudo... Outro conselho, é esquecer o "tentar dar um jeitinho brasileiro" lá fora... vá focado e muito bem informado sem tentar dar um jeito ilegal de contornar as dificuldades... Por último, aproveite seu momento,  explore ao máximo onde mora e também os países vizinhos, porque quando você volta para o Brasil, você sente muita saudade da vida de lá.
Gostou da história? Esse depoimento pode esclarecer e ajudar quem pensa em morar, estudar ou trabalhar fora. Acompanhe os próximos posts, comente, compartilhe o link!
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13 janeiro 2016

Vídeo - Saia da Inércia

Saia da Inércia!

Realize seus sonhos!


Reaja
Motive-se
&
Simplifique sua vida!


11 janeiro 2016

Histórias reais & Experiência Internacional - parte 1 de 2

Histórias reais & Experiência Internacional 
Já comentamos por aqui que viajar para fora e ter uma experiência internacional é algo que muitos profissionais almejam. Às vezes, até por conta de uma expatriação, alguns profissionais precisam encarar no curto prazo uma mudança radical de cultura, língua etc.
De forma geral, a sensação inicial de liberdade, de conhecer uma nova cultura, conhecer lugares diferentes e, de quebra, turbinar o currículo e ou uma língua estrangeira são verdadeiras tentações e temos a tendência de só focar no que é bom.


 Mas e quando a vivência que deveria ser agradável e positiva se torna um trauma? E quando você não conta com os imprevistos e nem está preparado para as dificuldades?
Tudo isso por falta ou insuficiência de informação e também de planejamento. A ineficácia desses fatores gera uma falsa expectativa e consequentemente trás frustração.
 Para compartilhar experiências reais de quem já se aventurou no exterior, convidei alguns profissionais com os quais já trabalhei ou do meu círculo de amizade para contar suas histórias de quando saíram do Brasil.
Hoje, conto a história da Renata Médici, uma psicóloga muito especial que morou por 6 meses na Inglaterra. Leia e inspire-se.

Em setembro de 2013 fiquei sem trabalho no Brasil, tinha uma reserva financeira favorável para bancar minha viagem, além de ter a possibilidade de ficar próxima de uma amiga que já morava em Londres. Por que não ir? Queria ver como era a vida fora do Brasil. 
Mesmo não falando o inglês, decidi passar um tempo fora. Foi bem difícil no começo, foi difícil estar longe da família num país em que não se conhece nada e não se fala o idioma... Teve um dia em que me perdi e senti fome, mas eu estava tão travada com a língua que nem tentei comprar algo ou pedir informação para voltar pra casa, sentia insegurança de falar. A desenvoltura com o inglês veio depois de uns três meses.
Em Londres, cada um toma conta de sua própria vida, se você cair ninguém vai dar risada (como no Brasil), mas ninguém vai ajudar você a se levantar também. É cada um por si e você acaba percebendo que está só e por sua conta também. Mesmo estando hospedada na casa de uma amiga, ficava muito tempo sozinha. Estudava de manhã e à tarde ia passear, pois, não aceitava ficar só dentro de casa. Então, comecei a me virar, pegava ônibus ou trem e ia conhecer os lugares sozinha e curtir como turista, mas sempre sozinha. 
 Eu também tive que aprender a controlar minhas emoções, porque estava fora quando meu sobrinho pequeno e minha afilhada fizeram aniversário, quando minha avó paterna faleceu, além de ter passado o Natal e o Ano Novo longe de casa.  Foram situações difíceis de administrar e em que fiquei muito triste. Mas eu pensava, "eu não posso me desesperar... estou muito longe e não posso perder o controle", foi uma lição aprendida.
Gostou da história? Ainda não acabou, em breve a continuação da saga da Renata em Londres. Acompanhe, comente, compartilhe o link!
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07 janeiro 2016

Vagas Potens